20 abril 2009

Confusões Mortais

Embora quisesse expressar, não podia
Ele tentava dizer o quanto se importa e não mais conseguia
Já perdera o gosto pelo simples, já correra de encontro ao mais
Nada conseguia conter seu instinto auto-destrutivo
Abalado, corre de encontro ao inesperado e repensa
Diz o que talvez seja o correto, mas pensa com os olhos
Pois a mente já se tornara escrava
Dominando também seu coração
Fragilizado pela dor, espera
Rios intensos de sangue percorrem suas veias
E espalham esse veneno de uma forma rápida, mortal...
Quisera apenas dizer que é amor o que sentes e que jamais se entregaria
Precisou sim, ter ações inesperadas para continuar a sua vida...
Sua paixão, sua atitude, sua morte momentânea.
Um tom para sua próxima canção, que triste soa como o adeus
Soa como uma melodia linda, mas no final ecoa como uma bala
Que certeira, acerta seu coração e define o que todos somos diante do amor
NADA! Apenas e justamente condenados a morrer por ele!

Dinho

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