07 novembro 2008

Quebrando barreiras insertas

Talvez eu pudesse deter o passado
Talvez pudesse controlar meus pensamentos
Talvez as injustiças fossem esquecidas
Se talvez eu pudesse esquecer

Triste talvez fosse meu caminho
Se talvez não pudesse enxergar
Minha alma talvez permitisse ver
O que minha vista não mais quisesse enxergar

Como um tiro direto no peito
Rumo certo, tão inquieto
Talvez o sonho de ser o que não posso
Possa se tornar algo próximo da realidade
Realidade esta que talvez não exista mais...
Que insiste em fraquejar diante da intolerância mundana
Ou como um mutante sendo caçado, pela sua própria crítica
Pela própria fraqueza, pela sua própria arma talvez.


Banalizando toda e qualquer forma de modernidade
Esqueço de tudo
Sinto que o que preciso se aproxima aos poucos
Como um gole de vinho que explode em minha mente
Me deixando num estado de dormencia contínua
Talvez acorde, talvez reviva... talvez eu sinta novamente.

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